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Doidimais Corporation
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terça-feira, novembro 30, 2004
 

NOVAS E EXTRAORDINÁRIAS AVENTURAS
Ao som de The Beatles - Help! ¹

Com novembro no fim, e dezembro ("bem me lembro! bem me lembro!", diria Machado de Assis em sua tradução de O Corvo) conseqüente e inevitavelmente próximo, chegam várias coisas. Mais chuvas. Milagres de Natal. Cedê andando de ônibus e observando o ambiente, achando-se muito o poeta e tirando conclusões sobre a beleza de cada detalhe que vê, como se fosse o único gênio a perceber incríveis e maravilhosos detalhes em momentos cotidianos que na verdade nunca mais se repetirão. Ah, não - isso acontece todos os meses. Deve haver outra coisa que é típica de fim de ano...

Ah sim: notas de final de semestre! Ei-las!

FILOSOFIA II 89
GEOGRAFIA POLÍTICA I 95
HISTÓRIA DAS INTERNAÇÕES RELACIONAIS II 78
MICROECONOMIA 60
PLANO DE INVESTIGAÇÃO II 82
SOCIOLOGIA II 94,5
TEORIA DAS INTERNAÇÕES RELACIONAIS I 93

GRÀND TOTAL 591,5 / 700
MÉDIA 84, 5%
DE 0 A 5 4,225

O aproveitamento é ligeiramente menor que o do semestre anterior (86,28%).

***

Obviamente, estamos aqui por outros motivos que não as notas. Elas foram publicadas por tradição - afinal, figuram nos arquivos de junho deste ano. Mas vamos às idéias que (imagino) fazem vocês visitarem o DOIDIMAIS CORPORATION.

Como todos sabem, vivemos numa cultura hedonista. Muito hedonista. Não que eu reclame. Não vou ser desses fessores retardados papagaios guevaristas de Humanas que acham que isso é um absurdo, e só faltam sugerir o regresso à Idade da Pedra e ao "socialismo primitivo". Vocês sabem, esses tipinhos imbecis que acrescentam "social" a tudo quanto é palavra. Justiça social, escola social, comunicação social, responsabilidade social, sociedade social, blábláblá.

Mas continuando. Daí que vivemos numa sociedade hedonista. É pecado mortal cortar a onda! Roubar doces e cerveja de supermercados, urinar nos prédios e calçadas, andar na rua acordando a vizinhança, bater rachas pondo em risco a vida de motoristas que não tem nada a ver, ouvir música altas horas da noite a volumes altíssimos, trocar carinhos com pessoas que tem namorado(a), tudo isso pode. Sem nenhuma punição.

Mas interromper alguém que curte uma viagem de drogas diversas, recusar-se a oferecer fogo ou cigarros a quem pede (os tendo, claro), derramar bebida alcoólica, entrar de supetão em um quarto trancado - são tabus inquebráveis! Ao contrário de antigos tabus - tipo sexo antes do casamento - NINGUÉM os faz, a não ser por acidente.

Vivemos numa cultura super-valorizadora da viagem induzida por drogas ou álcool. - mas eis a contradição.

Se a viagem for natural, ela é mal-vista. Todo mundo constantemente solta o "Nó! Viajou!", como se fosse algo negativo. Bacharelandos em Filosofia são tratadados como "colocadores de pêlo em ovo" que "discutem o sexo dos anjos" (ouvi essa HOJE! de uma aluna da FAFICH!). Existem várias - muitas mesmo! - expressões pejorativas para viagem, muitas delas envolvendo maionese. Que, como todos sabem, é outra invenção humana totalmente subestimada (junto com a maior invenção do século XX: o bebedouro!), e tratada pejorativamente. Mas isso é outra história.

A questão é: nesta nossa cultura, viajar é recriminado. A menos que seja sob o efeito de drogas. Aí é legal.

Que cultura inteligente essa nossa!

***

A Internet acabou com nosso tempo de concentração. A qualquer momento haverá alguém online para conversar. Não alguém numa sala de bate-papo, não é dessas atrocidades que falo. Haverá sempre alguém CONHECIDO no MSN e/ou ICQ para puxar papo. É como ter um telefone que não pára de tocar nunca. NUNCA.

***

Inglês é complicado:

"how competition from established great powers combined with challenges from rising great powers to diminish Britain´s relative power and erode its primacy".

Demorei para entender. Tive de ler várias vezes. até perceber que deveria ler combined como "combinaram-se", e não "combinaram com", como é minha expectativa ao ler uma frase dessas. Inglês complica justamente por ser muito simples.

***

Eu sempre terminei as campanhas de D&D ² que eu mestrava com uma frase que envolvia "e novas e extraordinárias aventuras" que aguardavam os heróis ou coisa do gênero.

Eu tenho isso, de frases que sempre uso em determinadas ocasiões.

"Representantes do mundo!"
"Na última sessão de jogo, extraordinários eventos aconteceram..."
"Olha quem tá aqui!"
"´Scuze me?"
et cetera.

Outra coisa que faço constantemente é imaginar a vida como um grande seriado. O que além de gerar muitas oportunidades de piadas (as quais meus amigos também não hesitam em fazer) promove frases narrativas. O novas e extraordinárias aventuras soa extremamente adequado aqui. Estou de férias de uma das faculdades, e meu primeiro ano no terceiro grau está chegando ao fim. Nunca num único ano conheci de fato tanta gente, e nunca minhas perspectivas foram alteradas pelo mero fato de conhecer pessoas.

Dá quase para visualizar o narrador acrescentando: " e novas e extraordinárias aventuras..."


¹ Já que não dá mais para ser She Loves You :-/ ...

² Ou CD&D, no caso.
 

Peixes:
quinta-feira, novembro 25, 2004
 

A GRAÇA DA VIDA

Vocês não entendem, não é? Não entendem. You... just... don´t... get... it! Que teimosia!

Dizem que não entendem os textos deste blog. Que é nonsense. Que é dadaísta. Mas não é nada disso! E vocês não en-tem-dem!

Mas não é porque vocês são burros. É que vocês insistem em permanecer sãos. Apegados ao conformismo e à tradição. Tentando ser normais. Vocês são é muito medíocres.

Quanto ainda vai demorar para que vocês percebam que a vida é uma grande piada? Uma imensa, intrincada e elaboradíssima piada com camadas e mais camadas sobrepostas de todos os tipos de humor - ironia fina, pastelão, palavras engraçadas, humor infantil, bizarras situações, sarcasmo, tragicomédias - ora entrecruzando-se, ora independentes, nas mais variadas combinações?

Sempre que as coisas apontarem numa certa direção, acontecerá algo para acabar com isso. Da forma mais tragicômica possível.

A trilha sonora deste post, tudo indicava, seria She Loves You, dos Beatles. Mas não vai ser. Tudo mudou. Em poucas horas.

E esta é uma piada que tem graça mais de uma vez! Mesmo quando ele se repete várias vezes num único ano... drenando lentamente essa grande piada que é a esperança...

A gente pode seguir o caminho fácil. Fazer-se de coitadinho. Afogar-se em depressão, vestir-se de preto. Seguir a onda.

Ou infinitamente melhor, a gente pode rir. E, se algum fiapo de consciência nos impedir de fazer isso, lancemos um esforço para ao menos esboçar um sorriso. Um sorrisinho.Em pouco tempo, esse sorriso vai se transformar num risinho. E em outro. E em outro. Até que estejamos todos soltando uma sonora gargalhada.
 

Peixes:
segunda-feira, novembro 22, 2004
 

LEARN TO SWIM

O Foo Fighters nos incita - no imperativo mesmo! - a aprender a voar. Não devíamos aprender a nadar antes?

Claro, todos adoramos sonhar que estamos voando. Sem asas ou equipamentos. Como o Peter Pan e o Super-Homem voam: não existe explicação para como o poder funciona, eles voam e pronto. Sonhar um vôo (o que não acontece comigo há meses, e já aconteceu tanto!) é suficiente para passar uns dois dias desestressado. Mas sonhar movimentos rápidos debaixo d´água também é muito agradável - erguer-se acima do fundo de uma grande massa de água como se estivesse alçando vôo.

E falando em falta de stress, e esse indivíduo "Jazao" (sem til) que comentou "Atualiza essa p***a seu comunista de m***a (censura minha) " no post anterior?

Olha, Jazao: 1) o DOIDIMAIS CORPORATION, embora atualize-se ao menos uma vez por semana, não tem o compromisso de atualizar quando não achar que tem um post inspirado o suficiente para merecer ser postado; e 2) acusar-me num óbvio sarcasmo de "comunista" não é muito inteligente - embora tenha sido engraçado o suficiente para me fazer rir.

Mas eu sou muito bobo. Todos sabem disso. Sou cheio de bubiça.

***

E aquela moçada que reclamava do Mainardi não ter autoridade para falar mal do Brasil porque morava na Itália?

Não são os mesmos brasileiros que falam mal dos EUA mesmo sendo... cof, cof... autóctones?

***

Quando eu tiver minha própria casa, o salão de festas vai ter um relógio com um baita aviso ao lado: "AINDA SÃO".

***

O homem feio e nada atraente que não consegue parceiras e depois vira padre... é a clássica raposa que julgou as uvas verdes?

***

Decepção... não era o ônibus!

Apenas um caminhão azul...

***

Trilha sonora destes últimos dias:

Bob Marley - Zimbabwe
The Beatles - Help!
Foo Fighters - Learn to Fly
Greenday - Good Riddance
Elton John - Crocodile Rock

mais as músicas de videogame que vocês não vão pegar e os Underdog Projects que vocês já conhecem.
 

Peixes:
segunda-feira, novembro 15, 2004
 

UNIÃO SOVIÉTICA

Don´t get me wrong: eu amo o Brasil¹. Mas postar a bandeira da União das Repúblicas Socialistas Soviéticas no dia da Proclamação da República brasileira tem seus motivos.

Além da imensa hegemonia esquerdista no pensamento brasileiro - denunciada e comprovada neste blog inúmeras vezes - existe também um motivo interno. Não cabe aqui explicitá-lo, mas digamos que a URSS foi responsável por boa parte da diversão do meu fim de semana, bem como por uma das coisas mais divertidas que já fiz na vida².

Sem falar no enorme descaso e desprezo do brasileiro por certas tradições. Brasileiro é um bicho esquisito. Torce freneticamente pelo país na Copa do Mundo, fica extremamente irritado quando um maratonista conterrâneo é atropelado em pista, desce a lenha nos paraguaios, argentinos e -principalmente - norte-americanos.

Mas quando alguém (como eu) chega num lugar e diz: "hoje é Proclamação da República", tem gente que diz "nem sabia" outros "não lembrava" e outros ainda "não tô nem aí, o que interessa é que é feriado". Isto me fez lembrar de porque nos EUA se recusam a transformar o 11 de setembro em feriado: com toda a certeza, em pouco tempo as pessoas usarão o dia para ir a praia e ficarão felizes... de que "é feriado"³.

Sem falar que o brasileiro acha ridícula, estranha e absurda qualquer coisa que envolva as palavras "ordem e progresso" ou "vinte e sete estrelas".

É tabu ser nacionalista nerd, do tipo que sabe quem foi o primeiro Presidente, qual o Estado mais jovem da Federação, em que Estado nasceu o atual Presidente, ou a coisa que o brasileiro sabe fazer melhor. O negócio é ser nacionalista medíocre: xingar Bush, odiar os americanos, zoar dos paraguaios, rir quando os argentinos se dão mal, fazer piada de português, ficar invocado com ex-padres atropeladores, amar Ayrton Senna, e intoxicar-se e fazer vandalismo na Copa do Mundo.

E você, que está lendo isto e talvez nem se lembrasse de porque é feriado: o primeiro Presidente foi Deodoro da Fonseca, o estado mais jovem da Federação é o Tocantins, o atual Presidente nasceu no Pernambuco, e a melhor coisa que o brasileiro sabe fazer é matar paraguaios.

***

Haviam dito ao bombadão na academia que seu bíceps era pequeno.

E ele então cometeu o maior erro de sua vida:

- Pequeno é o caralho!

***

Quando alguém diz que os animais não tem inteligência comete um erro grotesco. Afinal, todo mundo sabe que alguns animais são mais inteligentes que outros. Tem cachorro burro e cachorro esperto. Portanto, cachorros tem inteligência to begin with. Eu não posso ter mais poder mágico que alguém se a magia não existe.

***

O hino da atual geração é sem nenhuma dúvida:

Get´s let retarde-ed,
Get´s let retarde-ed...

***

¹ A ironia na frase é saborosa.
² Embora eu nunca tenha feito um texto sobre isso, defendo que este é o mais forte intensificador de frases existente. Diga a alguém "você é um inútil" e ele nem ligará; mas diga "você é um inútil na vida!" e ele desabará em prantos. Experimente o mesmo com "vadia".
³ A palavra "feriado" aparece muitas vezes, mas não vi como cortá-la e manter o sentido original das frases. Talvez por preguiça, talvez por incapacidade, talvez pela impossibilidade, mesmo.

 

Peixes:
quinta-feira, novembro 11, 2004
 

REINO UNIDO

Trabalhar para o British Council é uma experiência muito divertida. Você conhece pessoas legais, entra em contato com as universidades, e ouve várias vezes as mesmas piadinhas - de pessoas diferentes - ao longo do dia.

Meu trabalho, por exemplo, envolvia - dentre outras coisas - distribuir camisetas para visitantes da Feira de Educação Britânica que preenchessem corretamente um questionário de avaliação dizendo o que tinham achado do evento. Repetidas vezes homens um tanto acima do peso¹ perguntavam, ao receberem uma camiseta "G", se havia uma outra maior. E repetidas vezes respondíamos a verdade: "além dessa temos apenas a baby-look". E - sem exceção! - todos eles diziam, sorrindo, algo do tipo "ah, acho que a baby-look não fica bem em mim não" ou olhavam para outras pessoas que estivessem com ele e falavam "é, acho que a baby-look vai ficar o máximo em mim, não acham?".

Como se fossem os reis do humor.

Também na feira, logo após me apresentar, já tinha gente me chamando de "DVD".

Como se fosse o esplendor da originalidade.

Dia desses² fui numa festa cheia de cinzas. Lá tinha uma turma que eu já conhecia, mas que jamais havia me convidado para uma festa antes ou para sair. Eu só fui por causa de toda uma série de eventos, que não cabem aqui ser explicados.

Mas acontece que lá tinha uma menina chamada Flora. E ela falava que inúmeras vezes pessoas haviam se aproximado dela e perguntado: "você tem uma irmã chamada Fauna?" Como se fossem as pessoas mais espirituosas do mundo.

Felizmente, meu amor à originalidade não é tão chato que me impeça de adorar essas piadinhas óbvias. Mesmo as mais bobas.

Exceto, é claro, aquela: nem me venham com trocadalho do carilho.

***

Sim, precisamente, mas se eu contasse aí vocês saberiam.

***

Eu vou ser sincero com vocês³. Eu sempre achei meu irmão, 26, melhor que eu. Não melhor em termos morais, claro; mas melhor em ficha de personagem mesmo. Claro, eu sou infinitamente mais criativo que ele, meu inglês é bem melhor, escrevo melhor - mas ele é formado em Medicina, dirige, tem namorada firme, e durante minha infância herdei muitas coisas dele - os personagens favoritos no videogame, o gosto musical (exceto por coisas que ele abomina e eu adoro, como música de videogame e Scatman John), essas coisas.

Mas hoje, felizmente, acabou-se tudo isso.

Ele foi para a Universidade com uma camisa do Che Guevara.

***

Tive hoje uma idéia para uma campanha publicitária que nunca existirá, porque é extremamente inviável. Mas é legal.

É das avenidas de Belo Horizonte.

Em uma página de revista, encontramos uma foto do professor Cristiano carregando um machado.

Em outra, várias fotos da Bia exibindo os músculos.

Outra ainda mostra um monte de guerreiras semi-nuas montadas em cavalos.

Em outra, uma setinha aponta para a figura de um professor, e outra para vários códigos morais.

Em outra, desbravadores do Brasil, com facões e mosquetes.

E assim por diante.

***

Tive hoje também uma idéia para outra campanha, mas essa eu ainda não posso contar, e, ademais, poucas pessoas vão achar graça. E por poucas quero dizer umas quatrocentas.

***

- Sua amásia tem amazia!

- Hem?

1 Implícita está a palavra "ideal". Ningúem pode estar acima do próprio peso, na verdade.
2 E não "outro dia" ou "outro dia desses".
³ Frase estúpida, pode implicar que a pessoa não é sincera em outros momentos, deveria ser aceita como default.
 

Peixes:
terça-feira, novembro 02, 2004
 

FELIZ DIA DOS MORTOS

O truco é um jogo cuja própria natureza denuncia seu caráter trapaceiro. Existe um excesso de exceções¹ e retoques nas regras e na hierarquia das cartas que não podem ser outra coisa que não o resultado de uma longa série de alterações feitas em jogo.

Por quê os quatros são as piores cartas do jogo, mas o quatro de paus é a mais alta de todas? Certamente num passado distante todos os quatros eram igualmente ruins. Até que numa mesa de jogo ouviu-se o seguinte diálogo:

- Taí! Quatro! ZAP!
- Heim? Então vocês perderam o jogo...
- Que nada. Este quatro é diferente - é de paus. Lembram-se? O quatro de paus é carta mais alta do jogo.
- ...
- Tem até nome! ZAP!
- Ahn, não me lembro bem dessa regra...

E a dupla de otários caiu no conto.

O truco jogado em Belo Horizonte, com sua bizarra distribuição de pontos (na qual 6 é sempre 8, ou às vezes não - dependendo se 6 é 8 somente se a partida estiver 0 a 0, ou o contrário, ou isto não valer - outra denúncia de "regra" que só vale em certas mesas porque algum dia uma dupla de safados inventou essa história) é outra manifestação dessa roubalheira inerente ao jogo. É realmente estranho que nós belorizontinos continuemos a achar que 9 é 12, e continuando nessa absurdidade matemática - indubitavelmente inventada na mais pura safadeza - como se fosse regra.

Não que eu desgoste, claro. Continuo enunciando:

- Mei mí, safado!

***

Pior é esse pessoal que acha que não devemos comemorar o Halloween. É importação de costumes. É imperialismo cultural. Blábláblá.

Se essa mentalidade dominasse no Brasil desde sempre, não teríamos Carnaval. Carnaval não surgiu no Brasil. A gente também não deve comemorar o Natal. O Natal não surgiu no Brasil. Nem o Dia do Trabalho. Nem o Reveillón. Nem a Semana Santa. Nem o Dia das Mães. Nem o Dia dos Pais.

Essa laia de gente é o mesmo pessoal que acha que Diogo Mainardi é tucano e que dá para ver a Muralha da China da Lua.

Fico feliz que - não graças a essas pessoas - posso ter o 1º de novembro como o dia mais macabro do ano: entre o Dia das Bruxas e o Dia dos Mortos.

(Não atrapalha o fato de que nesse dia nasceu uma pessoa um tanto quanto assustadora.)

***

No Brasil os presidentes são eleitos sem que nenhum peso seja atribuído a mais da metade do território do país: a região Norte. Alguém se lembra da plataforma de Lula ou Serra para a Floresta Amazônica? É claro que não. É um assunto sem a mínima importância.

E ainda tem gente com coragem de chamar os EUA de "atrasados" por causa do Colégio Eleitoral...

***

A boca-de-urna do dia aposta em Kerry, com substancial² vantagem no Colégio Eleitoral. Mas será?


¹ Boa aliteração.
² E não "considerável".
 

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