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Doidimais Corporation
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domingo, janeiro 30, 2005
 

NUMBËR ONË!!

Para os amantes de rótulos, é mistura de trance com house. Para os amantes de música, uma experiência delirante, alucinante, frenetizante. Sem absolutamente nenhuma droga, álcool ou energético de qualquer espécie, a música de DJ Tiësto nos leva pra outros mundos. Nosso corpo insiste em responder de acordo com os ritmos, batidas, vozes, vibrações e demais efeitos que fluem incessantes de seus movimentos no palco - ele quase nunca pára pra simplesmente ouvir o que faz ou ver a platéia que lhe lança um sem-número de gestos, cartazes e camisetas: está sempre mexendo em alguma coisa naqueles equipamentos todos. Quase sempre sorrindo, consegue várias vezes a façanha de, tendo nós cansados e abatidos pela alta hora e pelas danças anteriores, suados ( e ele nos mantém suados o suficiente para não precisar ir ao banheiro, aconteceu comigo) e mal nos mantendo de pé, lançar uma boa dose de energia com uma batida inesperada, um surto de notas eletrônicas, um refrão especialmente catchy, uma voz que canta algo bonito.

Bem perto do palco, tendo conseguido finalmente um lugar para dançar que não fosse (muito) incomodado por pessoas passando (era uma multidão louca e ensandecida), olhei para trás durante um momento especialmente musical e vi que a multidão inteira também vibrava naquela sintonia. Eu viajo muito com música, principalmente com música eletrônica, que pra mim é como arte abstrata: em vez de ver um quadro com tudo bem caracterizado, ou ouvir uma letra que expressa algo bem definido, os sons eletrônicos contam uma história grandiosa demais para ser expressa em palavras. E essa história estava lá, sendo gloriosamente narrada por centenas de pessoas alucinadas (a imensa maioria contou também com álcool e drogas, admito) dançando freneticamente e um maestro holandês que também não parava de agitar suas batutas eletrônicas.

A experiência, infelizmente, não pode ser reduzida na rigidez de emepetreizes¹, que sempre serão iguais toda vez que apertarmos play. Mas elas podem ainda guardar resquícios de uma das mais fascinantes, envolventes, alucinantes e sufocantes experiências que existem.

***

Se tinha Underdog?

Bem, Tiësto não precisou disso para manter todo mundo se mexendo. Mas sabe que durante o chill out do quarto DJ (Tiësto foi o terceiro e tocou entre as três e seis e meia, mais ou menos; não tenho noção exata nenhuma dos horários) eu ouvi um "This is..." repetido várias vezes que me soou bem familiar?

Não entendi exatamente porque o céu através do vidro do Maristão estava tão cinzento... as coisas foram se encaixar às 8 da manhã, quando a festa, afinal, acabou.

***

Ahn? É claro que ajudou o fato de lá ter tido muitas garotas atraentes e d´eu ter recebido um beijo (na bochecha, pessoal!) de uma muito legal. Mas isso são extras.

¹ Royalties deste neologismo espetacular vão pro Fábio.
 

Peixes:
sexta-feira, janeiro 28, 2005
 

TODO MUNDO AMA MIAMI

(ao som de The Underdog Project - Miami)

Everybody loves Miami...
Everybody loves Miami...

Eventos de janeiro podem ser resumidos em: conhecer duas famosas boates de Bê Agá, participar em festas de aniversário (incluindo a minha), noite de pôquer com lucro de R$2,60 (irra! já dá pra viver disso), festas extras aleatórias, dormir várias vezes depois das quatro da manhã (algo raro para nós que fazemos duas faculdades), uma terrível decepção que não deve ser listada aqui, uns eventos chatos menores, muitos e-mails trocados, várias boas notícias, e trabalho no TEMAS e no Guerra Fria (deve ficar pronto esse fim de semana, mesmo porque o prazo é esse). Expectativas para os próximos dias incluem ir ao show do melhor DJ do mundo e a volta às aulas, iniciando o aguardado 3º período de Internações Relacionais e o misterioso 2º período de Comunicação *cof cof* Social.

Quando as pessoas me perguntavam qual curso eu mais gostava (em sua maioria gente da UFMG, todos eles achando que prefiro CUP), eu sempre respondia que era apaixonado demais por ambos os cursos para responder. Mas a insistência por uma resposta é tanta, e a UFMG - tanto a instituição quanto os alunos - têm demonstrado tanta antipatia que começo a me inclinar para o curso de I.R.. Mas não se precipitem! Eu ainda quero ser - e me vejo como - jornalista.

Everybody loves Miami
The ocean drives to spend the days on the jet Ski
There's one thing I know for sure
I don't want to leave this place no more
Everybody loves Miami
The ocean drives to spend the days on the jet ski
There's one thing I know for sure
I don't want to leave this place no more

Comecei na Wikipedia (www.wikipedia.org) um verbete sobre¹ The Underdog Project. Já não era sem tempo. Sem dúvidas minha banda contemporânea favorita. Se estiver de bobeira na Internet, certifique-se de pegar as seguintes músicas: Summer Jam, Saturday Night, Miami, Tonight (essas são as quatro melhores), Remember, Friend (essas são só para os fãs).

E se por acaso tiver Summer Jam [Unplugged] no seu HD - música impossível de achar que sei que existe apenas porque a (ou)vi na Amazon - favor passar para o e-mail que você vê no canto superior direito imediatamente.

Não surpreendentemente, a matéria da VEJA desta semana nem de longe faz jus ao que realmente é a Wikipedia. Da mesma forma que a matéria da semana anterior sobre Dragostea Din Tei e a versão do Latino sequer menciona a beleza e poesia da letra original - fica parecendo que Latino fez uma bobagem sobre outra, quando na verdade o que ele fez é ainda pior que a versão do Kid Abelha do poema mais famoso de Bilac.

Eu poderia juntar-me ao coro dos intelectualóides que proclamam com orgulho: "eu odeio a VEJA". Aprenderam a odiar na escola, esses geninhos. Da mesma forma que crianças nazistas ou palestinas foram/são ensinadas a odiar gente.

Mas pra quê? Pra falar depois: "eu leio é coisa boa, como Carta Capital e Caros Amigos"?

Nah...

Beautiful people...
Beautiful life...
Where the boys and girls are jobbing double Dutch (?)
And the party goes all on night...
It doesn't matter... where you come from...
But you can´t forget about that summer love
That you made in front of the Sun
When the ocean is kissing the sand
Beautiful women, good-looking men
Getting the rooom for getting ready for the night
In Miami...


Terminei outro dia o fabuloso Guia do Mochileiro das Galáxias. O filme sai no meio do ano, e tem um trailer que encarna toda a essência do livro (não explico isso para não estragar a surpresa). Assista ao trailer em http://hitchhikers.movies.go.com/main.html .

Picture Miami...
And then you will see
Where are often seen in just rend least (?)
Of places I really love (?)
When the ocean is kissing the sand
Beautiful women, good-looking men
Getting the rooom for getting ready for the night
In Miami...

Vou ser dono de um cursinho universitário para todos os odiadores de Ciências Humanas. Todas as propagandas serão direcionadas nessa linha. "Você escolheu não ser um vagabundo faficheiro? Você se recusa a estudar coisas inúteis? Você é uma pessoa prática e realista que quer resultados? Você é um aluno foda sem ser nerd? Você não quer ser a vergonha da família? Você merece o melhor!"

"Um curso pré-vestibular que prepara não para uma área - mas para todas exceto uma! Para quem quer fazer um curso universitário de verdade! Qualquer coisa menos Humanas! Venha estudar no...

AXIOMAS & OXIÚROS

Exatas & Biológicas como você nunca viu antes²!"

Everybody loves Miami
The ocean drives to spend the days on the jet Ski
There's one thing I know for sure
I don't want to leave this place no more


¹ Eu ia colocar um "o" entre o "sobre" e o "The", mas percebi que seria desnecessário. "The Underdog Project" é como Alcorão: não se coloca o "o" antes.

² Esta frase é na voz daquele cara que fala durante os créditos finais de todos os episódios de Laboratório de Dexter.
 

Peixes:
quinta-feira, janeiro 20, 2005
 

THE END OF A FINE BLEND

AVISO ÀS CONSUMIDORAS

O produto CEDÊ GOLD LABEL (18 anos) será retirado do mercado em poucas horas. Ele será substituído pela marca CEDÊ GOLD LABEL + (pronuncia-se "cedê gôud lêibel plâs"), mais velha e sofisticada.

A idade de dezenove anos não significa porra nenhuma (não carrega o significado do 18 nem toda a velhice do 20), portanto não se preocupem. CEDÊ continuará tão intragável quanto antes.

***

Ao contrário do que dizem por aí, a coisa mais obscena no filme Alexandre não tem nada a ver com as cenas de paixão entre homens, nem com os banhos de sangue, nem com todas aquelas referências a histórias míticas completamente fora do politicamente correto (matar parentes, casar com a mãe, essas coisas).

A coisa mais obscena é Alexandre dizendo a seu amante Hefestion: "construiremos MIL navios".

Francamente, onde já se viu.

"Mil". Pfff.

Numa nota de lado (tradução estupidamente automática de sidenote) : o filme não é lá essas coisas, mas vale a pena para ver 1) os jardins da Babilônia e 2) os seios de Roxana.

***

Quando você conhece uma garota chamada Flora, pergunta se ela tem uma irmã chamada Fauna?

Você chama o orkut de Yogurt?

Seu personagem favorito de Friends é o Chandler? E em Tartarugas Ninja é o Raphael?

Parabéns! Você é um CARA ENGRAÇADO MESMO!

Como CARA ENGRAÇADO MESMO, você tem direito a vários benefícios. Não catará ninguém, mas pelo menos ninguém te lembrará por ser feio, e sim por ser "aquele cara engraçado". Além disso, todo CARA ENGRAÇADO MESMO sempre receberá o pedido de fazer algo estúpido sempre que for apresentado a alguém numa festa. Como se não bastasse, você pode entrar no livro do ano como "Palhaço da Turma" e ter crises de ego toda vez que OUTRA pessoa for chamada de "engraçada"!

Mais oportunidades de fazer piadinhas? Não PERDAMMMMM!

Continue sendo um CARA ENGRAÇADO MESMO!
 

Peixes:
sábado, janeiro 15, 2005
 

HOJE É DIA DE GUERRA FRIA

"Ôu, lembrei de você".

Tem coisa melhor que ouvir essa frase? É muito boa, não é? Pensar que num momento recôndito e isolado da vida, uma pessoa de repente lembrou de você. Você existe para ela! Apesar da distância, naquele momento você estava com a pessoa. Lembrou de você! Mas que beleza.

Resta apenas saber porquê.

Mas nunca é por causa de algo realmente legal. É sempre uma besteira ridícula. Aí você até prefereria não ter sido lembrado. Pensar que a pessoa associa aquela coisa boba a você. Francamente!

***

Tinha um episódio de Simpsons no qual Nelson Munks terminava assim um discurso:

" E não-sei-o-quê-lá, com sete listras vermelhas, seis listras brancas, e um punhado de estrelas!"

Imagina se ele morasse no Brasil!

" E não-sei-o-quê-lá, com um retângulo verde, um círculo azul, um losango amarelo, uma faixa, uma... é... o quê mais? Vixe, é tanta coisa!"

***

Propagando do Governo do Estado para atrair turistas brasileiros:

"O MINEIRO É MANEIRO!"

ou ainda:

"MINAS É MASSA!"

***

Ainda bem que eu não sou o único que pensa que Hoje é Dia de Maria iria bem com umas legendas: < http://nominimo.ibest.com.br/notitia
/servlet/newstorm.notitia.presentation.
NavigationServlet?publicationCode=1&pageCode=15 >

***

Em tempos obscuros, uma entidade corrupta e onipresente condenava o lucro, exotrquindo-o de quem o fazia, enquanto seus líderes viviam no bem-bom, condenando gente à fogueira, calando a liberdade de expressão, mantendo o povo na ignorância e fazendo todo tipo de maldades.

Eu poderia estar falando da Igreja Católica durante a Idade Média.

Mas estou falando é do Estado brasileiro, nos tempos atuais.
 

Peixes:
quinta-feira, janeiro 13, 2005
 

A MORTE DO MESTRE

O Mestre está morto.

E eu sou um de seus mais desnaturados seguidores.

Ele faleceu no dia 3, mas fiquei sabendo apenas no sábado 8, por meio de um caderno de cultura que lhe dedicava uma única (embora caprichada, e a primeira) página.

Em 1997, tive a imensa satisfação de vê-lo pessoalmente, em uma de suas várias visitas ao Brasil. Eu contava com onze anos, e o chamava "Mr. Eisner!". Possuo dois autógrafos dele. Seu legado - de quadrinhos, graphic novels e estudos diversos sobre a arte seqüencial - permanece um dos maiores tesouros culturais que existem. Simplesmente não é possível descrever em poucos parágrafos a importância, inovação e contribuição de Mestre Eisner para a oitava arte. Ele colocava em histórias de oito páginas mais drama, humor, e arte do que centenas de quadrinistas colocaram em carreiras inteiras.

O mundo dos quadrinhos teve uma de suas maiores perdas, se não a maior.

Eu imaginava de vez em quando o dia que reencontraria Mestre Eisner, para uma entrevista e quem sabe outro autógrafo - ilustrado! Confiava na presença e saúde que ele demonstrou em sua visita, mesmo já tendo então 80 anos.

Uma pena. Dois meses antes de completar 88, falece o criador do Spirit. Realizado, feliz, nunca tendo parado de trabalhar, e com o prêmio máximo dos quadrinhos carregando o seu nome.

Goodbye, Mr. Eisner.

***

Esse escândalo ao redor de Duda Mendonça e brigas de galo têm uma explicação muito simples. Por isso deixa de ser algo escandaloso? Algo horrível? Monstruoso? Desumano? Claro que não.

Mas a explicação é simples! A mente simplória de Mendonça foi corrompida pelo desenho animado Pokémon, que glorifica e incentiva as batalhas entre criaturas inocentes, promovidas por seres humanos impiedosos (não raro crianças corrompidas) em busca de diversão, glória ou dinheiro - muitas vezes promovendo torneios internacionais para forçar pobres bichos em batalhas furiosas, os expondo a grandes voltagens, inundações, baforadas, venenos, golpes de artes marciais, unhadas, investidas, e até poderes psíquicos.

Os responsáveis por Duda Mendonça são certamente uns irresponsáveis, deixando a criança à mercê desse desenho monstruoso, capitalista e não-cristão como se fosse diversão saudável. A "babá eletrônica" é indubitavelmente a causa de todas as brigas de galo, ao enraizar no subconsciente das pessoas, sem que percebam, um sem-número de impulsos violentos, consumistas e de desrespeito aos animais.

Quando é que essa massa de imbecis vai perceber que a causa da violência está nos desenhos animados?

***

Ele não sabe de nada...

- Uh, senhor, por favor? Onde é o banheiro?

- ...

- Onde (gesto) é (outro gesto) o (mais um gesto) banheiro (outro ainda)?

- ...

- OK, vou passar pelo balcão então.

- Hijo de puta! (pega uma colorida vassoura e dá um safanão)

(nova tomada) Ele não faz nada...

- Ah, que bom é essa rede aqui...só descansando nesse paraíso...

- Ustede vai comprár?

- O quê?

PÔU! (a dona da loja de redes o derruba)

Ele não presta para nada...

- Obrigado pelo emprego, senhor González. Já comecei vendendo as galinhas, como o senhor pediu.

- Vender? Mas era para usted dá-las a de comer para lo tigre.

- Heim? Mas e o cara que dá banho no tigre, só pode ser com ele bem alimentado?

- AAAAAAAAAAARRRRRGHHHH!

- GROAR!

Mas ele pesa... um bocado...

UM MALA NA GUATEMALA

O novo filme da DOIDIMAIS CORPORATION.

Com ação...

- Iááááu! Corre, gente! (roar! aaahhh!)

... humor...

- Isto é para tu madre! (blósh!)

- Hm... creme...

... romance...

- Te quiero!

- Uh... tengo fuego in mi pantalones para tí?

- Grosso! (SLAP!)

... e muita aventura!

- Alguém me ajuda a sair daqui? Uh... gente...? Pessoal? Pessoal...?

UM MALA NA GUATEMALA

Somente nos cinemas.


***

- Já que não estou pegando ninguém, I might as well dizer que estou namorando!

- Hem?
 

Peixes:
quinta-feira, janeiro 06, 2005
 

É GUERRA FRIA!!!

Recebi uma notícia surpreendente ontem. Minha proposta de um cenário de RPG para o jogo brasileiro Ação!!! foi selecionada no concurso da revista Dragão Brasil. Minha proposta e mais três agora disputam o pódio. A melhor das quatro vira um LIVRO (!!!), e as outras três viram artigos na revista.

Foi um baita susto, eu nem lembrava mais do concurso quando abri o e-mail, e nem imaginei que fosse chegar a esta segunda e última etapa. Por motivos óbvios, não vou contar aqui mais do cenário nem do trabalho que está sendo feito até que o concurso termine, mas podem esperar algo bem maneiro! Maneiro não... doidimais.

***

Em tempo: puxa, não vejo vocês desde o ano passado, não escrevo neste blog desde o ano passado, não leio os comentários desde o ano passado, não procuro uma imagem que tenha a ver com o texto desde o ano passado, não...

***

Que é realmente sair da cidade e ir para um sítio? Não é nada, amigos, nada - além de regredir o Nível Tecnológico e voltar ao passado. O local não tem Internet banda larga? *puf*, você está de volta há um ou dois anos atrás. Não pega seu celular? *puf*, mais alguns anos. Não tem computador? *puf*, outros anos. Nada de TV a cabo? *puf*, outros anos mais (ou menos).

E assim por diante, até chegar à Antiguidade (um local com um forno a lenha e piscina "natural") ou mesmo à Idade da Pedra (se no "sítio" os animais não são lá muito domesticados).

Continuo achando o fugere urben totalmente despropositado. Rios para mim correm em tubulações, a energia da natureza está muito bem canalizada na rede elétrica, a sabedoria flui pelas ondas de rádio e por linhas e cabos, e a fauna fica muito bem apenas com humanos, insetos e aracnídeos diversos, pombos, alguns outros passarinhos, ratos, e lagartixas. Mais que isso, só no zoológico.

Essas linhas inclusive um dia vão dar um poema, quando eu adquirir a inspiração de um ourives para tanto.

***

Mas pelo menos tive um ótimo revéillon, cada coisa que acontecia (ou até mesmo coisas na mesa da ceia) me lembrava de algum evento ou pessoa de 2004 ou 2003. Muito bom.

***

A Agenda 2005 (abençoada seja) já guarda novas idéias para textos. Quem sabe num próximo post.
 

Peixes:
A corporação mais lucrativa, subversiva e informativa do planeta. Doidimais Corporation- expandindo pelo mundo para que você expanda o seu. Doidimais Corporation- ajudando você a ver o mundo com outros olhos: os seus. Doidimais Corporation- a corporation doidimais. doidimaiscorporation[arrouba]gmail[ponto]com

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